quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Mamães: "Auxílio deslocamento" para pré-natal e parto

Papais e mamães, vejam que notícia interessante.
O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União desta quinta-feira (12), a regulamentação do auxílio para apoio às gestantes nos deslocamentos para as consultas de pré-natal e para o local em que será realizado o parto.
O benefício de até R$ 50 faz parte da "Rede Cegonha" e tem o objetivo de incentivar que as futuras mamães a realizem o pré-natal completo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza a realização de, no mínimo, seis consultas.  A adesão ao benefício é voluntária, o nome não é divulgado e todas as informações sobre assistência serão mantidas em sigilo.

O benefício será pago em até 2 (duas) parcelas. Para a gestante que quiser receber o valor integral, deve fazer o requerimento até a 16ª semana de gestação e realizar uma consulta. A partir daí, recebe R$ 25,00 no mês seguinte ao pedido. A segunda parcela será paga após a 30ª semana, sendo necessária pelo menos mais uma consulta. As que solicitarem o benefício após a 16ª semana de gestação só terão direito a uma parcela de R$ 25,00.

Para a coordenadora nacional da saúde da mulher, Esther Vilela, a  dificuldade no deslocamento é um dos principais fatores para que as mulheres não iniciem o pré-natal no momento correto. Além disso, o transporte interfere na continuidade do pré-natal, ou seja, façam a primeira consulta e retornem às unidades. “Essa interrupção ou demora ao iniciar o acompanhamento no parto contribui para o aumento do risco de complicações no parto e até à mortalidade materna”, enfatiza a coordenadora.

As gestantes que optarem por receber o auxílio deverão ser cadastradas pelos serviços de saúde no Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para prevenção da Mortalidade Materna e também preencher formulário requerendo o auxílio.

O benefício será pago diretamente às gestantes ou a seus responsáveis legais pela Caixa Econômica Federal, por meio de cartão magnético, crédito em conta bancária ou qualquer outro meio que venha a ser disponibilizado, conforme a indicação no formulário. Para quem é beneficiária do Bolsa Família, o pagamento do benefício ocorrerá de forma integrada àquele programa. O benefício também poderá ser pago após o período de gestação em situações excepcionais, quando ocorrerem problemas nos sistemas de informação ou relativos ao endereço das beneficiárias.

Fonte: Assessoria de Comunicação Ministério da Saúde

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Material Escolar: O que as escolas podem e não podem exigir

Início de ano e a mesma situação: período de compra de material escolar. Como se não bastasse ainda tem IPVA, IPTU, DPVAT, licenciamento, uniforme e as contas que "ganhamos" com as festas de Fim de Ano. Bom, papais e mamães, o negócio é prestar atenção aos itens que estão relacionados à lista de material escolar, para que nada seja ABUSIVO

Primeiramente, quando o assunto é material escolar, o Procon-SP alerta que as escolas só podem exigir itens que serão usados em atividades pedagógicas diárias do aluno. Na prática, exemplos desses itens são: folha de sulfite, papel dobradura, tinta guache, lápis, caneta e borracha. Além de só poderem exigir esse tipo de material, a quantidade deve ser coerente com as atividades praticadas pelos estudantes. 

De acordo com a diretora de estudos e pesquisa do Procon-SP, Valéria Rodrigues, a questão da quantidade é um pouco delicada, pois não há uma certa para todos os materiais. No entanto, os pais devem ficar atentos às quantidades exigidas e, se acharem que o pedido está muito alto, devem questionar a instituição. Caso a explicação não convença, vale adotar algumas estratégias. Prefira comprar apenas metade do material exigido e vá observando ao longo do ano se ele realmente está sendo utilizado. 

Além disso, é interessante comparar as listas do ano atual com a do ano anterior e ver se há grandes discrepâncias. Outro ponto importante: a escola não pode fazer restrição ou exigir uma determinada marca, nem mesmo obrigar que a compra seja feita em determinado estabelecimento. E, no final do ano, os pais têm o direito de exigir a devolução dos materiais que não foram utilizados. Pode e não pode Livros e material de uso coletivo No caso dos livros, a escola não pode exigir que os pais comprem os títulos em seu estabelecimento. Não podem exigir também que comprem em determinada livraria ou loja. 

Apesar de não poder obrigar a compra em um determinado local, a escola é livre para vender os materiais ou mesmo indicar um estabelecimento. No caso das escolas que usam material próprio, ou seja, apostilado, a compra deverá ser feita na instituição. Vale destacar que materiais de uso coletivo, como produtos de higiene e limpeza, como copinhos plásticos ou papel higiênico, e as taxas para suprir despesas com água, luz e telefone não devem fazer parte da lista de material escolar, já que são despesas que fazem parte da mensalidade. 

De acordo com Valéria, “algumas escolas oferecem um preço de mensalidade bastante convidativo para depois exagerarem na lista de material escolar”. Outra situação que ocorre normalmente nas pré-escolas é exigir que os pais comprem sabonetes, escovas e pastas de dente. Justificam que são itens de higiene pessoal para a educação do aluno. Esse tipo de solicitação não é proibida, mas deve ser em quantidade suficiente apenas para o filho. Tenha em mente que a lista de material escolar é divulgada para os pais para que estes possam fazer suas pesquisas de preços, com total liberdade para escolher entre marcas e estabelecimentos preferidos. 
 
Uniformes 
Falando sobre o uniforme, o Procon-SP lembra que é “um meio usado para identificação e segurança do aluno”. Sendo assim, a escola tem o direito de colocar sua marca própria nessas roupas. Caso a marca seja registrada no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual), nenhum outro estabelecimento poderá reproduzir. Nesse caso, a escola deverá indicar a confecção que faz os uniformes ou mesmo vender na própria instituição. Valéria pontua que o correto é a escola oferecer mais de uma opção de compra, desconfigurando o monopólio na venda. Para os pais que não estiverem de acordo com o preço cobrado, a sugestão é que conversem com a administração da escola. 

Outra dica é fazer uma pesquisa de preço com algumas confecções e apresentar a proposta à diretoria da escola. Vale pontuar que a escola tem por obrigação que apresentar as notas fiscais da confecção para comprovar o valor cobrado do consumidor. Caso a marca da escola não seja registrada, os pais tem total liberdade de reproduzir o logo e mandar fazer o uniforme na confecção que quiserem. Por fim, vale lembrar que a lei estabelece que o uniforme exigido pela escola deve estar de acordo com a classe social dos alunos que a frequentam.

Na prática, quer dizer que ela não pode exigir um uniforme muito caro para alunos de baixa renda familiar. Preste atenção e caso não concorde com algum iten, você tem total direito de conversar com a diretoria para negociar. 

Fonte: Uol

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cabeça Achatada? Não! Isso é Plagiocefalia Posicional!

Seu bebê fica muito tempo na mesma posição? A cabecinha dele está ficando achatada? Não, isso não é engraçado. É um problema chamado Plagiocefalia Posicional e deve ser levado a sério!
Desde 1992, quando a Academia Americana de Pediatria passou a indicar que os bebês durmam de barriga para cima, a morte de crianças com menos de 1 ano, devido à Síndrome da Morte Súbita, caiu pela metade.

Mas, foi verificado um considerável aumento de cabeças achatadas, as chamadas Plagiocefalia Posicional. Sim, muitos de nós achamos engraçado ou ficamos com dó, porque isso é resultado do bebê ficar muito tempo na mesma posição. Mas não veja essa assunto como simples estética ou brincadeira. Além de poder causar o fechamento de mandíbula e problemas de visao, em alguns casos é necessário que o bebê use um capacete feito sob medida para a cabeça dele.

Veja algumas recomendações para evitar que seu filho fique com a "cabeça achatada":

- Aumente o tempo que a criança fica de barriga para baixo. Segundo o pediatra James Laughlin, autor do novo relatório, o bebê deve passar, pelo menos, 30 minutos por dia nessa posição. O ideal é ir aumentando esse tempo aos poucos para que a criança se acostume e desenvolva os músculos do pescoço e da nuca. “Além disso, estudos mostram que bebês que ficam nessa posição têm melhor desenvolvimento motor”, diz o especialista.

- Mude a direção que o bebê dorme no berço semanalmente. Aqui, a ideia é incentivar o bebê a virar a cabeça em direções diferentes. Se quando ele dorme com a cabeça virada para a cabeceira do berço olha para um abajur, por exemplo, ao virar os pezinhos para a cabeceira, seu bebê vai ter outro campo de visão e pode se interessar por um brinquedo que está fora do berço em outra direção. O objetivo é oferecer novos estímulos para que a criança olhe em diferentes posições.

- Cuidado com a cadeirinha. Apesar de manter uma posição diferente, o apoio para a cabeça é duro e pode facilitar que o bebê desenvolva assimetria. Por isso, especialmente nos primeiros 6 meses, é importante que a criança só fique na cadeirinha enquanto estiver no carro.

- Durante o dia e sob a sua supervisão, o bebê pode dormir de lado e até de barriga para baixo. Mas só se você estiver por perto!

- Quando o bebê estiver no colo, segure-o na posição vertical, com a cabeça apoiada em seu braço ou ombro. E não esqueça de alternar a posição na hora de amamentar. 

Fonte: Revista Crescer


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Lei da Palmada...qual é sua opinião?

Esta semana foi aprovada a "Lei da Palmada" que proíbe os pais de qualquer castigo físico aos filhos. Mas qual é a sua opinião sobre isso?
Como filha avalio que, as correções que recebi da minha mãe não me prejudicaram de qualquer forma. Vejam, ela me deu sim os tapinhas necessários e que me ajudaram a formar o caráter que tenho hoje.

Acredito que, se for a correção na medida certa, sem que os pais transfiram seu estresse, frutrações ou problemas ao filhos, não há malefício algum. Pelo contrário. Estamos em um momento que é mais do que necessário referência e limite.

Infelizmente vemos filhos matando pais, pais matando filhos, pais que abandonam seus filhos em casa e tantos outros casos que nos entristecem a cada dia.

A educação deve sim ser realizada pelos pais. A correção é sim necessária.
Vemos muitos psicólogos que são contra a palmada... mas conseguem avaliar cada caso em particular? Conseguem entender dentro do lar de cada um, com filhos que respondem seus pais, que faltam ao respeito com mais velhos, com seus amiguinhos... o que fazer então?

Faz uma, duas, três vezes e nós vamos apenas falar: "Filho, vou ter que conversar com você de novo?".
Tudo bem, meu pai nunca me bateu. Da forma que ele olhava para mim já era mais do que o necessário. Mas talvez, se eu não tivesse recebido umas palmadinhas, será que minha referência não seria outra?

Enfim, acredito que não seja uma Câmara, um centro de discussão e decisões políticas que deva decidir a forma de eu educar meu filho.
Como mãe eu sei que quero o melhor para ele. Que tenha caráter, honra e respeito. E para isso, se for necessário, irei corrigir sim.

Então, qual é a sua opinião sobre essa lei?

Abraços,

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Férias? Fique de olho nas vacinas!

Papais e mamães,
esta semana, a Secretaria do Estado da Saúde alertou sobre a importância das vacinas contra sarampo e febre amarela antes das férias.
Vão viajar? Então fiquem de olho na caderneta de seu filho. 
Algumas regiões do país e também do exterior são consideradas áreas de risco para doenças como a febre amarela e sarampo. Nestes casos, a recomendação é atualizar a caderneta de vacinação antes da viagem para evitar a infecção por essas doenças.

A imunização contra febre amarela, disponível no SUS (Sistema Único de Saúde) é indicada para qualquer pessoa, a partir dos nove meses de idade, que for viajar a áreas consideradas de risco, especialmente para regiões rurais, ribeirinhas e de mata (veja a lista abaixo). Quem se vacinou há menos de 10 anos não precisa repetir a dose.  O ideal é que as pessoas sejam vacinadas com, ao menos, 10 dias de antecedência à viagem. 
Já com relação ao sarampo, no Estado de São Paulo foram identificados apenas casos vinculados à importação em 2011, todos relacionados a vírus circulantes na Europa, onde mais de 30 países apresentaram ocorrências este ano. Também registraram surtos de sarampo países da África e Oceania. Por isso a vacinação é importante para quem vai a esses países.
No calendário de rotina as crianças devem tomar a primeira dose aos 12 meses e a segunda dose, entre 4 e 6 anos. Para adolescentes de até 19 anos também são recomendadas duas doses e para adultos de até 50 anos uma dose. É indicado que a vacinação contra o sarampo seja realizada 15 dias antes de viajar.
“É muito importante que as pessoas se informem sobre a região para a qual vão, para saberem quais vacinas devem tomar. A imunização é a medida mais eficaz que temos para evitar a contaminação por estas doenças", afirma Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria.  
Os postos de saúde abrem de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. A relação completa de postos de vacinação contra a febre amarela está disponível no site:http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/posto_fad1.htm. Na capital, também é possível receber a imunização contra febre amarela na sala de vacinação do Instituto Pasteur, na avenida Paulista, 393, que funciona inclusive aos sábados e domingos, das 8h às 20h.

Sintomas
A Secretaria orienta que a população esteja atenta aos sintomas destas doenças. Com relação ao sarampo, os principais são febre e exantema (manchas avermelhadas no corpo), acompanhados ou não de tosse, coriza e conjuntivite. Nesses casos, a recomendação é para que a pessoa procure imediatamente um posto de saúde e evite contato desnecessário com outras pessoas até que receba avaliação médica. 
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Visita ao odontopediatra desde cedo reduz 99,8% da chance de desenvolver cárie

Papais e mamães.
Esta semana recebemos um material bem interessante e informativo sobre a importância de levarmos nossos filhos desde cedo ao odontologista.

Dr. José Eduardo de Oliveira Lima, especialista em odontopediatria, revela que “se uma criança for ao consultório desde os primeiros anos de idade, logo estará acostumada com os procedimentos e com a rotina, o que pode evitar reações negativas e desconfiança. Além disso, aumentam as chances de monitoramento do crescimento dos dentes, erupção dentária, interceptação de má oclusão e, sobretudo, prevenir problemas de cárie”.

O medo das crianças pode ser evitado se, desde bebê, elas freqüentarem o consultório odontológico, o que pode evitar problemas de saúde bucal nos anos posteriores.

O condicionamento da criança para o atendimento odontológico independente da idade, deve ser gradativo, em algumas sessões e simulando o uso dos instrumentos, para produzir uma experiência positiva de uma forma natural e saudável. “Não recomendo, entretanto, o uso de elementos como TV com filminhos, bichos de pelúcia e jogos para distrair a criança dentro do consultório. Isso pode comprometer a biossegurança, ou seja, a esterilização do ambiente, que pode ser contaminado por meio desses acessórios. Sou a favor de atividades, no pré ou pós-atendimento”, diz o Odontopediatra.

O especialista assegura que dentro do consultório quanto mais breve for a permanência da criança, mais conforto e segurança ela sentirá para realizar o tratamento. Por esta razão, alguns centros odontológicos estão investindo em espaços exclusivos só para atender as crianças com atividades didáticas.

Fonte: Dr. José Eduardo de Oliveira Lima – Professor da USP e cirurgião-dentista especialista em odontopediatria da TopDent. Professor livre docente do departamento de odontopediatria, ortodontia e saúde coletiva da faculdade de odontologia de Bauru – USP. Professor nas áreas de graduação, especialização e pós-graduação, coordenador do curso de especialização em Odontopediatria.
www.topdent.com.br

Por isso, papais e mamães, atentos à saúde bucal de seus filhos e à forma como à visita ao especialista é abordada dentro de casa.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ser mãe: Escolhida e presenteada por Deus!

Todos os dias, quando olho para o Thiago, sinto um orgulho enooorme de ser a mãe dele. Penso: Será que eu mereço tanto?
Mereço sim, poxa... Deus me deu essa pequena cratura de presente e não é acaso.

E ontem tive uma linda e grande surpresa. Meu pequeno estava na home da UOL, selecionado pela F5 (Fofices) um dos bebês do dia. Que lindo, que orgulho!

Lógico que compartilhei com todos os meus amigos no Facebook e imediatamente comecei a receber muitos comentários do coração.
Ser mãe é isso? Meu Deus, não pensamos mais em nós...é uma delícia esse sentimento. Nossos filhos são lindo, sempre inteligentes (mesmo o meu que só tem 4 meses), fazem coisas que outras crianças da mesma idade não fazem (é sempre assim, né?).

Fico pensando como é então ter 2 filhos. E gêmeos, como seria?
Meu filho é tudo para mim e sem qualquer peso. Meu corpo cansa, minha mente cansa... mas meu coração está sempre pronto para ele. Sempre pronto...

E a tristeza é ver tanto pai matando filho, filho matando pai e mãe, mulheres jogando seus filhos recem nascidos em qualquer canto, omo se fossem um saco de lixo...não sabem o valor e honra de gerar.
Que Deus verdadeiramente perdoe essas criaturas e mude o coração deles! Por que eu, como mãe incondicionalmente apaixonada pelo meu filho, não consigo compreender!

Gerar é dar espaço para que uma nova vida chegue ao mundo!
Ser mãe é ser escolhida...ser presenteada por Deus...meu presente!
Um grande beijo,